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27.11.07 at 3:09 pm
Rubens caminha todas as manhãs nas mesmas alamedas de Porto Alegre. Em busca de algo que nem mesmo ele sabe. O que importa é o deslocamento. Sobe e desce ladeiras, lombas. Segue reto, dobra à direita, depois à esquerda. Sempre cantarolando uma música. Uma música indecifrável, inventada de pronto, ali mesmo, naqueles instantes de andanças. Para sempre na mesma esquina. Entra no prédio, sobe o elevador até o quarto andar. Abre porta, fecha porta. Ascende a luz.
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January 8th, 2008 ೠ9:44 pm
Andar é bom.
Feliz 2008.
adorei aqui.
=)
April 24th, 2008 ೠ3:21 pm
[...] *Leia a primeira parte deste conto em retalhos aqui. [...]
June 4th, 2008 ೠ6:31 pm
[...] também a primeira e a segunda parte deste conto em [...]