|
24.04.08 at 2:47 pm
Olha ao redor e não vê ninguém. Não tem viva alma a lhe esperar. E lá dentro ele sabia que era tudo o que queria. Caminha até a cozinha. Abre a geladeira. Pega uma garrafa de vinho branco, serve uma taça e bebe tudo em um gole como se aquela fosse a última porção de vinho do mundo. Dirige-se para o sofá liga o rádio em alguma estação qualquer e deita com o olhar perdido na noite que se desvendava pela janela aberta. Nenhum som, nem mesmo da música a tocar ou dos carros na avenida em frente a seu prédio lhe chama a atenção. Desliga o rádio.
*Leia a primeira parte deste conto em retalhos aqui.
|
Assine o Feed
|
April 24th, 2008 ೠ3:15 pm
[...] Às vezes sou também boneca. Escrevo coisas pequenas, palavras amenas e histórias de qualquer tema. Caminhos cruzados, pensados, tomados. São andanças descritas com minúcia e abundância. Mas às vezes esqueço de mostrar, de contar. Guardo no fundo de uma gaveta e deixo para as traças as apreciações. Outras quero mostrar e ouvir as opiniões. [...]